28 abril 2006

Fortaleza Digital - O primeiro Livro de Dan Brown já está na nosso lingua.


Já fiz um post sobre o Dan Brawn, mas a edição em português de “Fortaleza Digital” não me podia passar ao lado.
A história já foi resumida aqui, assim como a minha modesta opinião acerca do escritor.
Qualquer livro escrito por Dan Brown dava um bom filme de acção, quando se começa a ler não se consegue parar e quando pensamos já ter o enigma solucionado aparece sempre o inesperado para nos baralhar.
Por agora fico a aguardar o novo livro, porque o próximo a ser editado já é da sua lavra pós Código Da Vinci e segundo os rumores o professor Robert Langdon vai continuar a ser o herói.
Mas para já vamos contentar-nos com o filme do Código a sair no próximo mês e JL não acredito que foi por isso que os evangelhos de Judas apareceram, sabes, as vendas que nos põe são menos perigosas que o coirato assado que te bate nos olhos depois de o esticares agarrado aos dentes como uma borracha, mas isso são outros contos que nos fazem piscar os olhos.

23 abril 2006

GNR Repisados


Comprei o CD GNR Revistados. Sou um adepto de música portuguesa e acho que o Rui Reininho é dos melhores poetas da nossa actualidade musical.
Fiquei desapontado e arrependido de não ter ido à mula fazer o respectivo download porque sempre o poderia apagar, assim vou ter que o oferecer a alguém quem não seja apreciador de boa música. Das grandes e boas músicas dos GNR pouco fica e até a poesia do Reininho é machadada sem piedade.
Eu não gostei, mas deve haver quem goste.

16 abril 2006

Enquanto Salazar Dormia…


Vivam as férias da Páscoa, no meio do descanso aproveitei para pôr alguma leitura em dia.
Aferrolhei-me com alguns livros junto a uma piscina numa casa sossegada no meio do Alentejo, mas este livro do escritor Domingos Amaral é das melhores histórias que absorvi nos últimos anos.
Somos atirados para o ano de 1941 e enquanto a Europa é destruída pela guerra Portugal é, aparentemente, o oásis (já na época) para os refugiados. Salazar não querendo tomar nenhum partido na guerra (parece actual) manda fechar os olhos intermitentemente á sua policia (PVDE) criando um campo de batalha entre espiões Ingleses e Alemães na nossa pacata nação, para quem pensa que Portugal não fez parte da II Guerra é de leitura obrigatória.
É uma história recheada de factos reais contados por uma personagem imaginária, Jack Gil, filho de pai inglês e de mãe portuguesa, que nos vai arrastando para dentro da “belle époque” da Lisboa dos anos 40.
Jack Gil regressa a Lisboa já com oitenta e muitos anos para assistir ao casamento do neto. Este retorno a Lisboa após tantos anos aviva-lhe as recordações dos amores, das aventuras e desventuras que lhe marcaram a alma enquanto o ditador dormia.
È um livro grande que se lê em dois dias porque é cativante e prende-nos da primeira á ultima página. Nas próximas férias sou bem capaz de o voltar a ler é que já estou com saudades do velho Jack.

Já me esquecia de referir que Domingos Amaral é o director da revista Maxmen e já nos brindou com mais três livros que eu ainda não li, a saber:

Amor á Primeira Vista - 1998
Os Fanáticos do Sushi – 2000
Os cavaleiros de São João Baptista - 2004

05 abril 2006

A mentira que nos salva


Ouvi com atenção as notícias lançadas na comunicação social sobre o que vai acontecer aos criminosos que não respeitam os direitos de autor e continuam a retirar da Internet musicas e filmes.

Fiquem satisfeito por saber que finalmente vão ser enviadas cartas a esses criminosos para ou pagarem já os direitos daquilo que usurparam ou multa até 5000€, que não podem pagar em prestações (a Eva só cometeu o pecado original e fez com que todas as mulheres pagassem com sangue – em prestações mensais) os mais teimosos malham com os costados na cadeia.

Não é preciso provar nada, basta os donos das editoras – os santos que gastam um euros a fabricar um cd e o vendem por uns míseros vinte e dois – acharem que tem net e que o ip está sempre ligado á mula, se é um mau rapaz que de longe consegue emular o ip de outrem não importa, ou prova que está inocente ou recebe a carta.

Ocorreu-me, na casa de banho (a eles também), que se devia aproveitar a ideia e a policia judiciaria deveria começar a enviar cartas aos ladrões, carteiristas, deputados, donos das editoras e outros gatunos para se entregarem livremente ou então… mas a policia judiciaria não tem dinheiro nem para selos.

01 abril 2006

A minha lista dos 20 “melhores” filmes de sempre:


Desafio proposto á muito muito tempo pelo Terreiro e lembrado agora pelo looking4good, daqui parte para o Alex já que amanhã não janta:



East of Eden - 1955 (Ellia Kazan)
The Guns of Navarone - 1961 (J. Lee Thompson) Blue Velvet - 1986 (David Linch)
Modern Times - 1936 (Charles Chaplin)
The Deer Hunter - 1978 (Michael Cimino)
Citizen Kane - 1941 (Orson Welles)
Raiders of the Lost Ark - 1981 (Steven Spielberg)
The Bridge on The River Kway - 1957 (David Lean)
Unforgiven - 1992 (Clint Eastwood)
O Pianista - 2002 (
Roman Polanski)
La vita è bella (Life is beautiful) - 1997 (Roberto Benigni)
One Flew Over The Cuckoo's Nest - 1975 (Milos Forman)
Nuovo Cinema Paradiso - 1988 (Giuseppe Tornatore)
Eyes Wide Shut - 1999 (Stanley Kubrick)
2001: A Space Odyssey - 1968 (Stanley Kubrick)
Apocalipse Now - 1979 (Francis Ford Coppola)
City of Angels (Cidade dos Anjos) - 1998 (Brad Silberling)
The Schindler's List (A Lista de Schindler) - 1993 (Steven Spielberg)
Matrix – 1999 (Andy Wachowski e Larry Wachowski)
A Laranja Mecânica – 1971 (
Stanley Kubrick)


looking4good said... Houve aqui um desviozinho ao desafio... mas está bem. O desafio original não era saber quais os 20 filmes que cada autor de um blog escolhia como os melhores, mas sim escolher os melhores 20 filmes da blogosfera como um todo. E como fazer isso? Passando a lista, sim senhor de uma pessoa para outra mas em que cada uma apenas podia eliminar dois filmes da lista recebida e adicionar dois dos seus preferidos. Ou seja depois de passar por umas 20, 50, 100 mãos a lista não é de ninguém e é de todos porque contribuiram para ela! A lista também não se cingia aos filmes portugueses. Mas é claro que estas regras não se podem impôr. Assim como está ... o objectivo termina... a não ser que queira rever a sua posição! O que como mentor original da ideia ficaria especialmente grato.

26 março 2006

Vamos lá contar garfos…


Então no próximo sábado, 01 de Abril de 2006, dar-se-á pela primeira vez, na nossa zona, o encontro para repasto e amena cavaqueira entre bloggistas corajosos e/ou disponíveis.

Para que fique escrito em letras graníticas, estes magníficos manjares vão ser repetidos, com a diferença que depois de sábado terão que nos pedir muito para revelar onde e como podem entrar no próximo, vai ser como uma espécie de secreta do Zé Sócrates para fora dos olhos do ciberespaço com línguas viperinas bater e debater o que sabemos e o que pensamos que sabíamos…

Vejamos quem já se chegou á frente:

GreenSky
TSFM
Terreiro
Zel
North
JL
Azurara
Fornense
Peixinha_porto (só vi agora, obrigado JL )
M e Spartakus, chãs de Tavares é na saída a seguir á de Mangualde vindo na IP5 na direcção Viseu ->Guarda

21 março 2006

O Jogo do "Parrolo"


Já sei que vou ter um amigo de 37 anos, especialista em demopsicologia á 45 anos que me vai cair em cima, mas pronto cá vai.
O jogo do “parrolo” só deve existir na minha aldeia, Guimarães de Tavares, é muito parecido com o jogo da malha mas em vez das chapas de ferro utilizam-se bolas de madeira.
Quem fazia boas bolas era o “tí Mudo que Deus-Tem”, bem redondas e nem muito pesadas nem demasiado leves. A melhor madeira para fazer bolas de “Parrolo” é a da figueira, mas não pode estar verde se não racha.
Quanto ás regras, jogam duas equipas, de dois ou três elementos cada, que colocam os “parrolos” (dois pau eguais aos do jogo da malha de 50/60 cms) á distancia que entenderem.
De cada vez que se consegue deitar abaixo o “parrolo” com a bola somam-se dois pontos, a bola que ficar mais próxima do pau soma um ponto, há quem “chinque” o “parrolo” e deixe a bola no x onde este se coloca – deixou a bola na cama, a outra equipa só pode tentar deitar abaixo o pau e deixar a bola também na cama, porque os três pontos já cantam do outro lado. Aos dez pontos a equipa que está a perder pode mudar um dos “parrolo” para onde lhe apetecer.
Quem chegar primeiro aos vinte pontos tem direito a uma rodada de borla.

17 março 2006

Os direitos do autor



Esta história passou-se mesmo e se houver ficção parecida com este trecho de realidade é mera coincidência.
O dia despertava e como que maquinalmente as almas abandonavam os corpos e obrigavam-nos a deslocar-se para os empregos.
Num canto da esplanada, com umas peúgas brancas a espreitar entre os sapatos e as calças zangadas com estes, um homem, dos seus quarenta anos, observava com ar de felino, o carro dos cachorros quentes, estacionado junto á calçada. Quem passava nem reparava em tal personagem mas ele era mesmo isso discreto e eficaz.
Para que conste todos o chamam Ramalho mas o seu nome verdadeiro é António Bernardo da Silva Ramos.

José Bonifácio nunca lhe puxou para estudar, agora com trinta e cinco anos, como diz o povo, torce a orelha mas já não deita sangue. Vá lá herdou do tio afastado aquele carrinho de cachorros com o qual se sustenta.
Ás 10h46 em ponto ligou o rádio a pilhas que trazia pendurado no carro dos cachorros quentes, com uns atacadores já gastos. Como que impulsionado por uma mola invisível Ramos saltou do seu canto na direcção de Bonifácio.
- Bons dias! Senhor vendedor – com um gesto suave apresentou a sua identificação de fiscal da SPA – Pode amostrar-me a licencita que lhe aufere o direito de passar música em publico.
- Desculpe mas não entendi? – Respondeu o Bonifácio enquanto corava como um tomate - A licença de vendas está aqui na carteira, essa que disse desconheço.
- O senhor não sabe que para passar música em publico tem que pagar?
- Desconheço, mas se é por isso desligo já a telefonia. – Estica a mão e desliga o rádio.
- Pois, mas agora já é tarde, vai ter que levar com a bucha, desta vez vai pagar 250€ e da próxima é a dobrar.
- Direitos de autor o c… - saca de uma beretta que tinha escondida na bota, Ramalho ao ver o cano da arma tão próximo do nariz, saltou para traz e correu como um autentico Carlos Lopes paro o mais longe que as pernas lhe permitiram.
Ainda esbaforido deu consigo no meio de um campo verde, ao longe ouviu alguem a assobiar uma musica que lhe pareceu conhecida, claro é do Marco Paulo - pensou - Só telefonei para dizer, naa naaa naaa, é mais ou menos isso .
Rastejou ao longo da ribeira e de um salto apareceu á frente de um pastor que apascentava as suas ovelhas - Ó homem, você pregou-me cá um susto que me ia deixando gago.
- Pois é, pois é – foi-se limpando e ao mesmo tempo dizia – o meu amigo tem consigo a licença passada pela Sociedade Portuguesa de Autores para poder trautear essas músicas do grande Marco Paulo? – Ficou a aguardar uma resposta, como o pastor estava boquiaberto continuou – fica o meu amigo a saber que para animar o seu gado com música que o senhor não escreveu tem que pagar os direitos a quem teve o trabalho…
- Espere lá! Estava aqui a pensar mas olhe que as modas que o João Simão canta são quase todas covers e esta até é daquele moço que é cego…o Stevie Wonder.
- É Esteves Ondas e faz couves faz! Não apresente o papel que eu mostro-lhe já como elas mordem...
- Ainda bem que o refere, mas por obsequio quer ir embora ou atiço-lhe os cães?
- Chamou-me o quê? Obsequio? Isso é o senhor e a sua família.
- Nietzsche ataca! – Gritou para um enorme cão da serra.
Ó pernas para que vos quero… ainda hoje se procura este fiscal da SPA e dão-se alvíssaras a quem souber do seu paradeiro, é que ainda há comissões para ele receber.

15 março 2006

A NAIFA - 3 MINUTOS ANTES DE A MARÉ ENCHER


Porque o North focou estes moços aqui fica um pouco do novo trabalho da NAIFA que tem o titulo de um livro de Valter Hugo Mãe. O álbum é a continuidade Canções Subterrâneas, uma sonoridade de faduncho associada ás novas tecnologias.
O projecto da banda caminha no fio da naifa (em inglês knife) arrastando-nos os ouvidos para as tabernas do fado vadio e deixando-nos cair na cave da música electrónica.
Os copos de vinho da tasca são agora vodka e "gim vomito" mas a musica permanece lá, basta que nos deixemos arrastar pela maré e descobrimos um disco profundo e com grande qualidade, quem se esforçar por ficar á superfície, dá umas braçadas para a margem e com uma navalhada separa o fado do electro, deixando afogar o disco como uma aberração da natureza, que deu uma mistura impossível de entrar em ouvidos filtrados pelo intelecto superior mas congelado a novas incursões.
Só vejo uma solução para se gostar, deixar a maré encher as colunas da aparelhagem e afogar-se lentamente no som...

(em vez de som sempre podemos tapar os ouvidos com gim introduzido per os – “o grupo de controlo”)

09 março 2006

Gotan Project - O tango ainda tem novidades

Estive a ouvir com agrado o novo álbum dos Gotan Project que está preste a sair para a rua. Os rapazes que se inspiraram no tango para criar uma musica forte, disciplinada, aliada aos ritmos electrónicos da dança moderna não deixaram os créditos de revolucionários da musica moderna em mãos alheias e a espera, para mim, valei a pena, pois este novo trabalho também está com muita qualidade e bom gosto.
O novo álbum chama-se “lunático” e mantêm a alma do tango argentino associada ao som que electrizou muita gente desde que começou a despertar em 2001.

O grupo é constituído pelos mesmos elementos de nacionalidades diferentes, podemos mesmo chamar-lhes uma “multinacionalidade”:

Philippe Cohen-Solal, francês e dedicado ao house music.
Christoph H. Mueller, suíço e mestre das electrónicas sofisticadas
Eduardo Makaroff, argentino, guitarrista a viver cá pela Europa á cerca de 10 anos.
A mistura destes senhores deu um som novo chamada por muitos como cibertango.

Deixo uma amostra do novo álbum para irem escutando

E não se esqueçam da jantarada no dia 01 de Abril

02 março 2006

Já que ninguém se chega á frente avancei eu


Uma vez que Mangualde já tem muita gente ligada através da Bloggosfera, resolvi lançar mais um desafio comestível, para conhecermos as caras por trás dos secret names e trocar algumas impressões também ao nível da oratória.

Dia 01 de Abril, não é mentira é Sábado, pelas 19h00, mais coisa menos coisa, uma grande jantarada no restaurante Bom Sucesso – Chãs de Tavares.
A sugestão para a ementa é Rojões com umas batatas aferventadas acompanhadas de uns belos trêplos ou grelos, e enchidos regionais. De entradas umas petisqueiras e um bom tinto (o tinto entra e continua até á saída) e de saída um karaoke e um caldo verde (em honra a o GreenSky).

Estão todos convidados, para que se possam deliciar com este belo manjar basta desembolsar a módica quantia de 7€ (no dia) e deixar aqui o nome.
O nome é devolvido com o papo cheio a nota não.
Vá cheguem-se á frente...
Está toda a gente convidada, quer sejam do SUL quer sejam do NORTE!

28 fevereiro 2006

Um desafio para os meus amigos...


Lembrei-me de lançar um simples desafio, quem acertar qual a banda que toca as musicas que estão a passar neta barraca do conhecimento ganha um prémio.

Boa sorte para todos.

PS – Deixo o retrato e tudo

26 fevereiro 2006

Mengele de Gerald L. Posner e John Ware


Megele foi o médico do regime de Hitler, principal mentor das experiências com Judeus para tentar encontrar a raça humana pura e superior. Ele pensava que cientificamente era possível criar homens cada vez mais puros na espécie e de uma superior raça. Numa altura em que se fala cada mais de clonagem e experiências com a vida esta é uma obra imprescindível.
Mengele, que nunca foi apanhado, era, em Auschwitz, o principal responsável pela selecção de quem morria gazeado e quem seria cobaia para a evolução da ciência.
O médico cientista morreu no Brasil com 68 anos, ainda hoje há muitos fanáticos da teoria que ele e o Adolfo viviam no Brasil.
O livro contem testemunhos de familiares de vítimas e escritos do próprio Mengele, assim como algumas fotografias inéditas.
Um bom livro para o JL aprender com a história.

21 fevereiro 2006

Fanfare Ciocarlia





E porque o prometido é devido.

Gili Garabdi é o nome do último álbum da Fanfare Ciocarlia. Não tenho muita informação sobre a fanfarra, mas sei (eu e sete cientistas) que se consideram a mais rápida do mundo, é constituída por onze elementos (imaginem-nos todos a comer no baile da Abrunhosa) que se encontram de vez em quando para tocarem juntos.

Em termos discográficos tem os seguintes álbuns de originais:
Radio Pascani – 1999
Baro Biao: World Wide Wedding – 2000
Iag Bari – 2001
Gili Garabdi – 2005

Gosto deste estilo de música cigana de influência tradicional romena e turca. Neste último álbum fazem uma incursão pelo jazz e pelo blues que vale a pena ouvir, deixo aqui um tema escolhido aleatoriamente para poderem desfrutar.

Ps - O tema aleatoriamente e de forma democrática escolhido por mim é uma interpretação de CARAVAN do grande mestre do Jazz Duke Ellington em co-autoria com Juan Tizol.

19 fevereiro 2006

Cá estou eu a aturar o amigo coxo...


Fui desafiado pelo Terreiro, só agora vi, pois o meu amigo coloca dois e três posts por dia, então vou-te responder ao desafio dos "Quatros" ….

Quatro empregos que já tive na vida:
1. Agricultor
3. Pedreiro-cimenteiro-trolha
3. Mineiro na Empresa Nacional de Urânio
4. Vendedor de remedios

Quatro filmes que posso ver vezes sem conta
1. Garganta Funda
2. As aparições de Fátima
3. Fight Club (só para chatear uns amigos)
4. O leão da Estrela

Quatro sítios onde vivi (sempre em casas)
1. Guimarães de Tavares
2. Urgeiriça
3. Abrunhosa do Mato
4. Mangualde

Quatro séries televisivas que não perco
1. House
2. Futurama
3. Donas de Casa Desesperadas
4. FICHEIROS SECRETOS

Quatro sítios onde estive de férias
1. Na praia
2. Na serra
3. No campo
4. Na tenda

Quatro dos meus pratos preferidos
1. Feijoada ás três pancadas
2. Vista Alegre
3. SPAL
4. Bacalhau com batatas a murro (principalmente em Sejães na Dona Luciana)

Quatro Websites que visito diariamente
1. Google (partir para o mundo)
2. Terreiro (ver os emails publicados)
3. Neoarqueo (aprender alguma coisa)
3. O Observatório (mandar umas atoardas)

Quatro sítios onde gostaria de estar agora
1. Na Lua
2. No lugar do gajo que ganhou o Euro-milhões ontem
3. Onde estou
4. Em Marte

Quatro pessoas a quem lanço o desafio para fazerem este questionário, espero que não partam a corda, reza a lenda que ficam 10 anos sem sexo (bom) com pessoas do sexo oposto.
1. Mário Soares
2. Jorge Sampaio
3. Cavaco Silva
4. Guterres

16 fevereiro 2006

Aeon Flux – O futuro da humanidade


Estamos no ano 2415, a raça humana está estéril, e parece que atingimos a vida eterna, apesar de tudo há pessoas a desaparecer misteriosamente e estamos perante um governo déspota.Este thriller de ficção científica apresenta-nos Aeon Flux, uma guerreira operacional de topo numa sociedade perfeita, que procura encontrar a irmã que desapareceu misteriosamente. Mas será mesmo a sociedade perfeita. Não serão os alicerces dessa sociedade perfeita uma mentira perfeitamente escondida de todos pelos políticos? Não é um filme que agrade a todos. Quem gostar de ficção científica com cenário, hábitos e roupas que só no futuro poderão existir não deve perder esta produção da MTV. Eu particularmente gostei, mas só a partir dos primeiros 20 minutos, quando consegui entrar no espírito futurista do filme.

12 fevereiro 2006

O IVA e a Arte


Se houver algum especialista em fiscalidade na Blogosfera que se chegue á frente e explique, a mim e a algumas almas menos visionarias o porquê de os livros, objectos de cultura, pagarem 5% de IVA e os CDs e DVDs 21%. Será que não são culturais? Não será uma expressão de arte? Então porquê aquela taxa cultural dos direitos de autor nas tabernas e outros espaços públicos que passem musica e filmes, ainda que sem cobrar por isso ?



E se eu editar um livro em suporte de CD? Qual é a taxa que pago?
Bem, se é para ajudar os pedrosos poderosos a mamar quarenta e tal mil de subsidio de reintegração até sou capaz de compreender, o rapaz tem que ser reintegrado, eu e tantos outros, é que se formos postos a andar do nosso trabalho temos que nos desunhar sozinhos.

09 fevereiro 2006

Munique - o terrorismo




Vi o filme Munique com algum receio, pois ontem na “Prova Oral” da Antena 3 esteve um crítico de cinema que se fartou de bater no Spielberg. Ouvi que o filme tinha sido feito á pressa para entrar na corrida aos Óscares, que não teve grande investigação, que tem uma visão pessoal dos acontecimentos de Munique, que o homem é antipático, etc… na minha modesta opinião não passa de dor de cotovelo, é moderno ser-se contra o Spielberg, o que os críticos gostam é de filmes que nem eles compreendem.
Quanto ao filme, é longo demais mas tenta dar uma ideia de como tudo aconteceu em Munique nos jogos olímpicos de Verão de 1972, quando um grupo terrorista rapta e assassina onze atletas Israelitas.
Gostei da forma como é apresentado, sem grandes heróis um filme frio e negro que está muito actual ainda que relate acontecimentos do passado. Com homens cheios de medos e ódio a vingar a morte de compatriotas e a comprar o passaporte para a morte pela vingança de outros - “olho por olho dente por dente”.
Eric Bana desempenha o papel de de Avner e fá-lo com grande qualidade, penso que merecia uma nomeação para um Óscar.
Em suma, eu gostei do filme (ainda que longo) e da forma escura como apresenta a violência e a morte, noutro filme qualquer sobre o mesmo tema, teríamos um herói a matar os maus, neste, aparecem-nos homens que matam porque lhe mandam e esperam encontrar uma razão para o que fazem. Matar um terrorista é um acto de terrorismo, toda a gente têm direito a um julgamento.
A grande discussão que tem gerado Munique – se o realizador é a favor ou contra o terrorismo tem uma resposta obvia - nada justifica a morte.

Não percam

08 fevereiro 2006

O desafio do JL




Pronto amigo JL, conseguis-te, mas que fique aqui escrito que eu não dou para esses peditórios, porque nunca me passam recibo para o IRS, adiante…

Estas respostas são mera ficção, se alguém tiver uma vida parecida com a de quem respondeu a isto dirija-se a quem lha deu e peça uma indemnização.

Depois de espancar o GreenSky, consegui extrair-lhe estas respostas, uma vez que ele não queria escrever nada quem vai escrever por ele sou eu, então a saber:

1 – Acreditar : Eu acredito nos políticos, nos padres nos advogados , caçadores, pescadores (mesmo de homens) e outros mentirosos, o meu grande defeito é acreditar “cega mente”.

2 - Preguiça - É um bicho muito bonito que vive pendurado nas arvores. Existe também fora do seu habitat natural em repartições publicas e outros locais de nossa precisão…

3 – Entrega – Todos os dias entrego literaturas ao médicos, eles por sua vez entregam-me esperanças (na maioria das vezes falsas). Também já entreguei cartas (trabalhei para o tal de Neruda) e outras coisas que me fazem falta. Por vezes entrego-me a pensamentos que nem eu compreendo, é o tal alemão.

4 – Perseverante - Se eu soubesse o que significa essa palavra teimava que não respondia e pronto, mas não vou desistir de saber o seu significado e depois quando eu souber falamos, é que eu sou contumaz.

5 - Optimista – Sou pois, por isso é que sou do Sporting.

Vou entalar os seguintes marmelos:

North
Blueshell
Terreiro
Crónicas de Ariana
Fornense


Um abraço